Lembrando do seus velhos tempos de tribuna Câmara dos Deputados e no Senado Federal, o prefeito Arthur Neto deixou a plateia com vontade de gritar: já ganhou!, mesmo sabendo que seu discurso nada tinha a ver com implicações eleitorais. Sem mencionar o nome, sua excelência, deixou o governador Laranja Lima em saia justa, do tamanho exato de sua inexpressividade. Para tanto, usou a velha e boa ignorância a respeito da presença do dito-cujo. Algo de muito grave aconteceu além dos que todos já sabem sobre a fidelidade exclusiva de sua insolência a seus padrinhos a avalistas eleitorais.

 

Capitanias hereditárias

Arthur iniciou dizendo que a Suframa sempre foi uma capitania hereditária, onde os titulares da autarquia costumavam a representar os donatários, seus propósitos obscuros e planos mirabolante$. Nesse contexto de escolha, elogiou profundamente a escolha do presidente Bolsonaro por colocar técnicos em vez de assessores políticos das celebridades em seu governo.

 

Menezão foi destacado

Em seguida rasgou elogios ao superintendente Alfredo Menezes, falando de sua vibração, objetividade e compromisso com a Amazônia, com AMAZONAS e sua capital. Citou a atuação da Suframa com a Prefeitura na recuperação das ruas do Polo Industrial de Manaus. A buraqueira tinha se transformado em gozações e descrédito pelo adiamento constante de suas iniciativas pra valer. Com a chegada de Menezes tudo passou a ser diferente, na prontidão e decisão de fazer o que tem de ser feito.

 

Prefeito transforma Laranja Lima em gnomo

Muito aplaudido Arthur voltou para o lado de sua esposa, e depois do discurso do Wilson Laranja Lima ele se levantou foi cumprimentar a fileira de trás para não apertar a mão do governador. E depois na fila de cumprimentos ele pulou o governador e foi cumprimentar os demais governadores da nossa região. Fedeu a chifre queimado e o pau, tudo indica, já está quebrando há algum tempo.