FIEAM apresenta Zona Franca a comitiva chinesa

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Em busca de acordos de cooperação com cidades brasileiras, representantes da Associação das Cidades Irmãs da China (Cifca) estiveram reunidos nesta terça-feira (05) com o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), Nelson Azevedo, na sede da instituição, no Centro de Manaus. O encontro foi mediado pela União dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), representada na ocasião pelo deputado estadual Adjuto Afonso, e contou com a participação do diretor-executivo do Centro Internacional de Negócios, da FIEAM, Marcelo Lima. A comitiva chinesa foi formada por Qing Boming, secretário-geral da Cifca, Liu Yan, chefe de setor, e Zhang Min, gerente de projetos da Cifca.

Brasil é o caminho  

Para Nelson Azevedo, quando se está prospectando investimentos no mundo há várias oportunidades, “mas quando se está escolhendo onde investir vemos que o Brasil é um país de oportunidades”. Segundo ele, quando uma empresa se estabelece ao mesmo tempo na Zona Franca de Manaus e fora dela, sobra vantagem para a ZFM a ponto de justificar a logística da região. O secretário-geral da Cifca, Qing Boming, disse que a China tem interesse em investir no Brasil e está procurando pontes que liguem os dois países. “E eu espero que o Amazonas e a China tenham um bom relacionamento no futuro. A China tem conhecimento e tecnologia avançada para ajudar o Brasil”, disse.

Investimento na zona franca 

A comitiva chinesa foi apresentada à política de incentivos fiscais do modelo Zona Franca, às isenções que o Estado oferece para atrair investimentos, e aos principais polos industriais, eletroeletrônico, informática, químico, duas rodas e termoplástico. Foi ressaltada ainda a importância do Polo Industrial de Manaus para a preservação da floresta amazônica, já que 97% da cobertura florestal do Amazonas estão preservados. “Investindo na Zona Franca de Manaus, que tem incentivos muito interessantes, as empresas terão maior viabilidade do que em qualquer outro lugar do país, desde que tenham seu projeto de implantação aprovado pela Suframa, governo do Estado e Sudam”, explicou o assessor econômico da FIEAM, Gilmar Freitas.