Pior do que adoecer de coronavírus, do que ficar trancado em casa ou ter de sair para trabalhar se arriscando a adoecer, é um negócio no Brasil que os políticos ciaram para eles mesmo.  Chama-se Fundo Partidário. É assim, eles pegam o dinheiro do povo e usam para financiar a campanha deles. Tipo o cara bate na porta da tua casa, entrega o santinho, pede voto, mas foi você quem pagou aquele pedaço de papel que vai sujar e entupir o bueiro da tua rua, que vai alagar na chuva. Para que eles possam viajar, se vender como a solução para as dificuldades, resolveram separar a bagatela de R$ 2 bilhões. Assim, até eu, tu, nós!

 

SÓ QUE NÃO!

Se todo mundo está dando sua conta de contribuição e sacrifício, poque o nobre congresso não pode dar? Empresários, trabalhadores, profissionais de saúde, religiosos, todos, sem tirar ninguém, teve a vida afetada pelo corona. Porque os engravatados de Brasília não? Enquanto estão confinados em suas casas confortáveis poderiam ser curados do vírus da cara de pau. Não tem cabimento gastar R$ 2 bilhões para fazer campanha enquanto o povo se lasca na rua, em casa e nos hopsitais.

BOLSONARO DESAFIA

Na sexta-feira, em entrevista ao Ratinho, no SBT, o presidente Jair Bolsonaro disse que abre mão da reeleição se o Congresso aceitar diminuir a quantidade de beneficiados pelo voto popular. São 513 deputados e 81 senadores que custam US$ 7 milhões por ano. “É gente demais. Eu propus o desafio, e ainda está de pé”, disse, deixando claro que tem poucas esperanças de ver alguém se mexer para reduzir o número de tetas. Assim como provavelmente vai aparecer a vacina do corona e nada vai mudar no Fundo Partidário.

 

NINGUÉM MERECE

Ministro da Saúde perdeu a paciência neste domingo.

Enviaram áudios nas redes sociais como se fosse Luiz Henrique Mandetta anunciado o fim do mundo.

É de se tirar o chapéu para ele e sua equipe.

Estão fazendo um excelente trabalho.

Como se espera de um médico.