Porque será

//Porque será

 

Funcionários da construção civil iniciaram um protesto na Av. Mário Ypiranga, na Zona Centro-Sul de Manaus, na manhã desta sexta-feira (13). A categoria reivindica melhores condições de trabalho. O sindicato da classe diz que cerca de 10 mil trabalhadores vão cruzar os braços em canteiros de obras da capital, nesta sexta. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Montagem e Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sintracomec-Am), Cícero Custódio, houve registro de mortes em canteiros de obras em 2018. “Essa greve é protestando pelas mortes. Seis morreram só esse ano por conta de falta se segurança e fiscalização no canteiro de obras. É os terceirizados não tem carteira de trabalho e os empresários estão terceirizado para massacrar o trabalhador”. Um grupo de funcionários da construção se reuniu na Av. Mário Ypiranga por volta de 6h30.

Servidores da saúde

Um grupo de servidores da rede estadual de saúde do Amazonas faz um protesto, no fim da manhã desta quinta-feira (12), para cobrar reajuste salarial de 30%. Com faixas e cartazes, os manifestantes chegaram a fechar um trecho da Avenida Constantino Nery, em Manaus. Também houve protesto em Parintins, a 369 km da capital. Segundo os servidores, a perda salarial por conta de atrasos chega a 33%. A categoria cobra agora o reajuste de 30%, sendo 18% pago de imediato, e o restante até maio de 2019, conforme explica o técnico de laboratório Reginaldo Nascimento.

Sempre começa por lá

Um protesto de servidores da saúde também foi realizado em Parintins, a 369 km de Manaus, nesta manhã. A manifestação dos servidores teve início em frente a Catedral, de onde saíram em carreata pelas ruas até os dois hospitais regionais do município.

Ninguém merece!!!

  • O Mindu é muito mais que um espaço vistoso no bairro Parque 10 de Novembro, Zona Centro-Sul de Manaus, com café da manhã, biblioteca, flora, fauna, além de trilhas. Esse é apenas o trecho que deveria ser vitrine do maior igarapé que corta a cidade de Manaus. Dos 22 quilômetros de extensão, menos de um oferece água que pode ser consumida por seres humanos.
  •  Logo depois da cerca que protege o Parque das Nascentes (são três) está o primeiro de tantos bueiros que ajudam a poluir as águas do igarapé que atravessa mais de dez bairros, já foi balneário e fonte de abastecimento da cidade.