A guerra sanguinolenta entre o Planalto e o Congresso reserva à opinião pública mundial episódios de pura tensão e malandragem. Os parlamentares, especialistas em armadilhas, rabo de arraia, tostão e pernada, estão apostando todas as suas fichas na conquista das boquinhas de praxe. Eles não perceberam, porém, que do outro lado tem alguém armado com grosso calibre que pode mandar pelos ares o que resta da baixa reputação do Congresso Nacional.

O mundo está de olho

O que importa, nesta barafunda cotidiana, é o olhar crítico da comunidade internacional, interessada em aferir a seriedade de propósitos do novo governo e seu jogo de cintura para aprovar a Reforma da Previdência. Essa prova de fogo, que pôs a nocaute todos os antecessores de Bolsonaro, será o termômetro da força e do prestígio popular do novo governo.

Correr para o abraço

Se fizer aprovar a Reforma da Previdência, considerada a mais complicada, Jair Bolsonaro vai emplacar as demais, o que lhe dará um credenciamento da comunidade internacional em tempo recorde. Depois disso, a Reforma Tributária, esperada pelo mundo dos negócios como o vigia espera o amanhecer, é só correr para o abraço.

Heleno na GloboNews

Com um raciocínio rápido de uma inteligência fulminante e preparada, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, defendeu, nesta quarta-feira (22), em entrevista à GloboNews, o decreto presidencial que flexibilizou as regras sobre o uso de armas de fogo e munição.

Direito inalienável

A conversa foi Franca, apesar da fragilidade sonolenta dos entrevistados. Na conversa, Heleno afirmou que a posse de armas é um “direito do cidadão” assim como ter uma televisão ou uma geladeira. Alguns ajustes serão feitos, respeitando as opiniões de toda a sociedade.

Defesa da família e da propriedade

Heleno foi direto ao ponto. “… o decreto consiste em garantia de uma liberdade de cada pessoa. A posse de armas, nesse contexto, possibilita ao cidadão “se defender, defender a sua família, defender a sua propriedade”.

Marcelo cresce

Com menos de 5 meses no Congresso, o deputado Marcelo Ramos, escolhido para presidir a Reforma da Previdência,  bate todos os colegas de bancada em visibilidade e movimentação entre seus pares.

Ninguém merece

 

  • Disputado pela imprensa como carro pipa no sertão nordestino, Marcelo começa a incomodar os colegas pois já sabem como essa balada vai acabar.
  • E por falar em bancada, há um clima diferente na conduta dos parlamentares do Amazonas. Eles nunca se reuniram tanto nem apresentaram tantos resultados para seus eleitores.
  • Todos se perguntam como assegurar as vantagens fiscais da ZFM, o mecanismo de geração de emprego e renda que responde em 80% da economia do Amazonas.
  • Ha uma cobrança explícita em cima do governador Wilson Lima para que ele se apresente como o condutor deste processo. E até agora, tudo parece estar na mesma.. Ou seja, no silêncio das propostas.